11 comentários

  1. Excelente o texto. Serve, com certeza, também para nós profissionais estarmos sempre repensando nossas práticas, nosso fazer ético e nosso olhar mediante práticas que denigrem a Psicologia atualmente, causando uma total resistência àqueles que em algum momento são indicados ou se indicam a procurar um profissional da área.

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  2. Achei perfeito Ana, justamente para mim e meus colegas que se formaram recentemente e já podem contextualizar estes pilares que integram de forma legitima a profissão escolhida e complexa a ser exercida na vida.

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  3. Achei fascinante Ana, justamente por ter me formado neste ano, ainda mais ao você contextualizar as leis que integram a profissão escolhida e que deve ser exercida dentro e fora da clínica ou em qualquer espaço que haja presença humana, tal qual Jung, tratar uma alma humana como uma alma humana independente das técnicas e conhecimentos adquiridos e usados.

    Gostei das tuas ideias e obrigado!!!
    Beijooo;)

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  4. Muito bom! Sou psicóloga e o que me diferencia no meu trabalho clínico, é que priorizo leis e regras para o meu trabalho, para mim é biblico sempre ler o código de ética.

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  5. Estou fazendo terapia e comecei a ficar receoso pois tenho dúvidas sobre a existência ou não de Deus, prefiro viver sem religião, mas minha psicóloga me indica leituras que têm um fundo religioso. Será que ela está tentando me converter?

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    1. Vejo dois problemas ai, a indicação da leitura de fundo religioso já infringe o código de ética do psicólogo. Não podemos fazer isso. O outro problema é que parece que você não está confortável com essa prática dela. Mude de psicólogo!

      Curtido por 1 pessoa

    2. Flavio, na minha opinião, quando procuramos um profissional, este deve ser imparcial. Caso isso viesse a acontecer comigo, eu não me importaria em “cortá-lo” após poucas sessões. No meu caso, sou ateu e não iria querer escutar uma opinião religiosa uma vez que procuro uma explicação científica para o meu problema em questão.

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  6. Parabéns! Ane. Você se atreveu a falar de um tema que, na maioria das vezes as pessoas falam puramente por convicção pessoal ou se apegando em demasia a sua abordagem (principalmente psicanalistas que tendem à ortodoxia). Porém, você o fez com base na ética profissional e nas boas praticas gerais (recomendadas à maioria das abordagens.
    Obrigado! http://www.psicologo-sp.com

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