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Entendendo o Autismo – Um vídeo didático e sensível

Esta é uma animação que explica de uma forma bem didática como uma criança com Autismo se sente.

Por: Psicóloga Ane Caroline Janiro

Esta é uma animação que explica de uma forma bem didática como uma criança com Autismo se sente.

É um vídeo curto, que nos dá uma visão geral sobre o assunto, mas bem sensível e importante para nos conscientizar a respeito.

É assim que iniciamos as postagens desta semana “Mundial da Conscientização do Autismo”. O dia oficial é em 02 de abril e até lá, vamos falando sobre o tema por aqui.

Assista à animação:

Obs: Ao iniciar o vídeo, clique na opção “Legendas/CC” na parte inferior à direita para ativar as legendas em Português.

Para saber mais sobre o Autismo, acesse os links abaixo:

– O que é autismo?

– Síndrome de Asperger – o que é?

*Ao reproduzir este conteúdo, não se esqueça de citar as fontes.


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85 comentários

    1. Gostei imenso, em poucas palavras se descreve o autismo que todos deveriam ver, tal como as pessoas ditas “normais” poderão ser tão ou mais que…. Pena que a maioria desconheça e os trate como dificientes

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      1. Olá Maria de Fátima! Obrigada pelo retorno! Por isso é que este projeto acredita que compartilhar informações como essa pode ajudar a diminuir preconceitos. Tudo através do conhecimento. Não podemos parar.
        Grande abraço!!

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    1. Olá Neli, ao final do post tem alguns links que falam mais sobre o Autismo. Mas ainda vamos falar mais sobre esse assunto aqui. Cadastre-se na opção “Seguir Psicologia Acessível”, na coluna à direita do blog, para começar a receber os conteúdos direto em seu e-mail!
      Abraços!

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  1. Tenho um sobrinho autista ele é lindo carinhoso e muito inteligente.Foi e ainda é dificil conhecer essa sindrome temos poucas informações a respeito agora q ele esta sendo asssistido na Apae.Amo muito ele se chama Jean.

    Curtido por 1 pessoa

      1. Olá Fran, obrigada por comentar!! Para receber nossos conteúdos diretamente em seu e-mail, basta se cadastrar na opção “Seguir Psicologia Acessível” na coluna à direita do blog. Acompanhe-nos também pelas redes sociais! Abraços!!

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  2. Estou me graduando em pedagogia e desde que comecei minha graduação faço estágio com o professor Jairo Werner que é neuropsiquiatra infantil. Agora no meu ultimo período estou mediadora de uma criança autista de cinco anos. Este vídeo nos mostra que é muito fácil fazer as pessoas entenderem o autista, o difícil é fazer com que elas rompam as barreiras que o preconceito impõe. Adorei. Parabéns!!!!!

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    1. Que bacana, Eulalia! Agradeço muito por você compartilhar essa experiência!
      E fico feliz por ter ajudado de alguma forma, esse é o objetivo deste projeto, sempre! Continue nos acompanhando por aqui! Cadastre-se para “Seguir Psicologia Acessível” na coluna à direita do blog e receba as novas postagens em seu e-mail. Grande abraço!!

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    1. Pode ter ocorrido algum erro no servidor quando você foi compartilhar. Uma opção é você copiar o link do artigo do seu navegador e colar em seu mural do Facebook. Dá certo também! ;) Abraços!

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  3. Amei tenho um filhos que tem o aspectos autistas e gostaria dr saber mais r quero fazer pedagogia sobro esas crianças excelente assunto bom e isso

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    1. Olá Alcione! Obrigada por comentar. Nós já falamos por aqui em outras postagens sobre este tema do Autismo (TEA), mas com certeza voltaremos a falar futuramente. Se quiser sempre receber em seu e-mail os novos conteúdos, é só se cadastrar na opção “Seguir Psicologia Acessível” na coluna à direita do blog.
      Abraço grande!

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  4. Achei super instrutivo, mas sou professora e ja tive oportunidade de ter alunos autistas e é muito difícil lidar com eles, dependendo do grau do autismo, o aluno grita, fica agressivo com o professor e com os colegas e nós não temos a ajuda de ninguém, temos que ensinar 35 alunos “normais” e ainda ensinar o aluno autista que, mesmo dizendo que não precisa de tratamento diferencido, na prática é muito diferente! Sou a favor da inclusão consciente, com auxilio de especialistas, mas da forma como é praticada hj nas escolas, é mera enganação, é um finge que ensina, que eu finjo que aprendo! Perdão pela sinceridade, mas só quem está na sala de aula é que pode compreender o que estou dizendo.

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    1. Obrigada por compartilhar sua experiência, Flávia. As nossas escolas ainda precisam de muito preparo, orientação e um olhar mais atencioso, realmente. Não só para esta questão da inclusão, mas em relação ao ensino propriamente dito e à forma de enxergar a importância da educação. Abraços!

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    2. Tenho dois filhos autistas de grau muito leve (asperger), maiores de 20 anos. Eles cursam universidade, dirigem, namoram, são totalmente independentes. Apesar disso, mantém uma luta constante com suas limitações, e para isso contam com nosso apoio (pai, mãe e irmão). Entendo que INCLUSÃO no Brasil não passa de falácia. É jogar uma criança totalmente indefesa nos braços de professores totalmente despreparados e sem apoio (não é culpa deles).Uma pessoa autista não deve jamais ser “incluída” nestes moldes, porque não se leva em conta o fato de que estes indivíduos apresentam características totalmente distintas. Não se pode massificar, dizendo que todo autista é assim e assado, que portanto deve-se agir desta e daquela maneira… isso é burrice, demagogia, falta de entendimento de “especialistas” em educação. Mas acredito que o pior são OS PAIS que pensam que o problema não é deles… mas sim do governo, da escola, do professor ou da criança.

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  5. Minha amiga é mãe de uma altista, Rafaela. A Rafa está entrando na puberdade e essa fase está sendo muito complicada, com tempos de doçura (como sempre ela foi) e momentos de agitação, choro e agressão. Minha amiga tem procurado ajuda especializada, nos EUA essa área tem um amparo amplo do governo. A Rafa é um amorzinho e todos aqui no Brasil estamos torcendo para que tudo volte ao normal o mais breve. Abraços a todos e não esqueçam que Deus envia crianças especiais para papais e mamães que são especiais também!

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  6. Gostaria muito de indicação de livros, apostilas sobre o assunto.Sou pedagoga aposentada, mas amo ler sobre como ajudar pais a estimularem seus filhos para crescerem!

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    1. Olá Glória, vou te indicar alguns títulos de livros que conheço, mas existem muitos outros. Segue: “A fantástica vida breve de Oscar Wao” (autor: Junot Díaz, Editora Record, 2009) / “Antropologista em Marte – Sete histórias paradoxais” (autor: Oliver Sacks, Editora Companhia das Letras, 1995) / “Autismo” (autores: Ana Elizabeth Cavalcanti/ Paulina Schmidtbauer Rocha) / “Autismo e cérebro social” (autores: Marcos Tomanik Mercadante / Maria Conceição do Rosário) / “Autismo e Educação” (autores: Claudio Roberto Baptista e Cleonice Bosa) / “Autismo e Inclusão” (autor: Eugenio Cunha) / “Autismo e Psicanálise” (autor: Flávia Chiapetta de Azevedo) / “Autismo Infantil – Novas tendências e Perspectivas” (autores: Francisco Baptista Assunção Júnior e Evelyn Kuczynski) / “Autismo: o que os pais devem saber?” (autor: Silvia Ester Orrú) / “Autista com muito orgulho – A síndrome vista pelo lado de dentro” (autor: Cristiano Camargo – Ganhador do VIII Prêmio Orgulho Autista 2012/2013).

      Espero ter ajudado. Abraços!

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  7. Bom dia Ane Caroline,
    Parabéns pelo Blog. O conteúdo é simples, objetivo, muito informativo e alcança a todos, o que é o mais importante.
    Se pudesse me informar um endereço de email, eu gostaria de conversar a respeito de autorização para compartilhar alguns conteúdos disponibilizados aqui. Sou Editora de um Blog de cunho religioso que virá ao ar nos próximos dias e gostaria de poder divulgar em nosso endereço este texto sobre o Autismo. Tenha a certeza de que respeitaremos e citaremos a fonte. Um abraço.

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  8. Verdadeiros EDUCADORES fazem toda a diferença na vida dessas crianças que não devem ser tratadas com diferença, precisam apenas de oportunidades para desenvolver a inteligência que possuem.

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  9. muito bom, e penso que se trabalhar com inclusão através da fala das crianças nos possibilita ir mais longe, e nos sensibiliza a cerca do tema.

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  10. Adorei o vídeo, muito esclarecedor e de fácil entendimento, pois meu marido tem um sobrinho autista. Agora entendi o motivo que ele reage assim.
    , mas ele é muito inteligente e querido, mas muito imperativo, não para. Obrigada, valeu! Amélia Nunes prof. aposentada e pedagoga.

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  11. meu neto é autista e tem 8 anos, o nome dele é Guilherme…..ele é super acompanhado pelos pais, e assistido por todas as necessidades diárias e semanais que lhe são indicados…. Viajam com ele para São Paulo todos os sábados para que seja atendido por um terapeuta que foi indicado como sendo ótimo…. eu gostaria de estar mais perto para poder ajudá-los, mas moro em NY e eles no Brasil, o que se torna mais difícil, por causa da distância, mas ESSA MATÉRIA FOI DE GRANDE VALÍA para mim e tb para todos que querem ajudar e não criticar os AUTISTAS, passei a entender o que se passa na cabecinha deles…e não a esperar que eles me entendam, se bem que meu filho vai me deixando a par de como agir conforme a idade e temperamento DELE…eu via os pais falarem com ELE muito baixo, devagar e poucas palavras de cada vez então perguntei se ele era surdo e seu pai me explicou o que se passa na cabecinha deles, quando agimos ao contrário parece que tem um turbilhão nas cabecinhas, misturando tudo e fazendo um barulho muito forte porisso eles ficam tão nervosos ….então nós é que temos que nos informar para poder acompanhá-los como tb esse site nos informa, OBRIGADA POR VOCÊS EXISTIREM…

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    1. Olá Maria Aparecida, muito obrigada mesmo pela sua contribuição e por nos mostrar que devemos continuar com esta missão de levar informação e conhecimento ao maior número possível de pessoas. É bom saber que contribuímos de alguma forma!
      Estaremos sempre torcendo pelo desenvolvimento de seu neto! Grande abraço!!

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  12. Gostei do blog e divulgação do autismo um problema que acompanho desde há anos.
    Sobre o tema assiste se a uma imensa insensibilidade chegando a observar se casos da maior injustiça praticados sobre aqueles que não podem defender se, como racismo e discriminação. Numa escola de Paço de Arcos corre um caso em que um bom aluno que por vezes até nos faz esquecer ser Aspergíe vê cair sobre ele a maior intolerância Sendo o seu seguimento um caso da maior injustiça e incompetência.

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    1. Olá Rui, obrigada por acompanhar o blog!
      E obrigada também por sua contribuição. Realmente, a informação é a melhor arma contra o preconceito e a intolerância. Vamos compartilhar informações sempre!!
      Abraços!!

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  13. Sou mãe de um autista, é muito importante estes vídeos até p/ abrir os olhos das pessoas que muitas vezes por não saberem do que se trata os tratam de uma maneira que nos entristecem. Sempre levei meu filho em lugares comuns, nunca o escondi do mundo e c/ ele aprendi muito e continuo aprendendo a cada dia.

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  14. tenho um filho autista ele é um presente de Deus em nossas vidas. Não consigo nem imaginar minha vida sem ele, é um adolescente carinhoso, querido demais, muito inteligente e sabe muito bem ser brincalhão. meu filho Davi

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    1. Olá Rosilani, obrigada por comentar!!
      Aqui no Psicologia Acessível sempre falamos sobre o tema “Autismo”, continue nos acompanhando, cadastre-se na opção “Seguir Psicologia Acessível” à direita do blog e receba todos as nossas postagens via e-mail.
      Grande abraço!!

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  15. Adorei o vídeo, pois retrata um pouquinho do drama vivido por meu filho este ano.Foi matriculado numa escola particular, porém apresentava comportamento diferente, era bastante “acelerado”, não parava de correr na sala.Um pai de uma coleguinha pediu que a escola o retirasse pois não queria um agressor batendo na filha dele, olha que eu o acompanhei durante duas semanas.Sou pedagoga e sabia que meu filho aparentava ter TDAH porém como ele não tinha laudo pediram para que eu o retirasse, aquilo foi horrível.Não voltei mas com ele e depois de fazer uma consulta ao neuropediatra foi constatado que ele tinha traços de autismo, isso em março, e até agora não consegui nenhum profissional para fazer as terapias com meu filho, mas, quero deixar bem claro que eu ACEITEI o diagnóstico, estou estudando mais e sou feliz porque a cada dia eu aprendo mais com ele.Fica mais fácil senhores pais quando há aceitação e encarar a realidade, mudar sua rotina e sua vida por causa dele ( seus filhos).Meu filho chama-se Pedro Henrique e completou no dia 05 de maio 4 aninhos!

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    1. Olá Claudia, obrigada por contribuir com o blog! Continue em busca do profissional para acompanhar seu filho. Quando entendemos o diagnóstico e todas as suas variantes, fica mais fácil lidar. Continue também nos acompanhando por aqui, pois sempre falamos sobre este tema. Grande abraço!!

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  16. Excelente, simples e esclarecedor!!!! Há necessidade que se prepare materias como este, pois sua abordagem foi completa de fácil entendimento.

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