Você se considera preconceituoso? Vídeo surpreendente nos leva a essa reflexão


Por: Ane Caroline Janiro

Uma das principais bandeiras levantadas pelo Psicologia Acessível é a desconstrução de preconceitos e a reafirmação incansável de que todos são iguais.

Este vídeo em especial chama atenção pelo sucesso que vem fazendo na internet e também por nos ajudar a reforçar esta causa. Retrata a seguinte cena: uma sala de espera de um consultório médico, um homem e uma família que decide mudar de lugar e se sentar longe dele. O que acontece depois vai te fazer entender o porquê nossos atos de preconceito devem ser repensados.

Assista ao vídeo:

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Sobre a autora:

Ane Caroline Janiro – Psicóloga clínica, idealizadora e editora deste blog.
CRP: 06/119556

6 opiniões sobre “Você se considera preconceituoso? Vídeo surpreendente nos leva a essa reflexão”

  1. Eu queria suscitar uma discussão:

    Considerando o vídeo, o que foi agressivo foi o preconceito formado pela mãe (primeiramente) e pelo pai (logo em seguida), ou o ato de discriminação baseado neste preconceito? Acho que os dois, porque o preconceito foi baseado na raça/etnia do cidadão e o ato de discriminação em si.

    Pergunto isso porque, mesmo não sendo estudioso no assunto, acredito que existem três conceitos importantes nessa questão: esteriótipo, preconceito e discriminação. Eles se relacionam da seguinte forma:

    i) Pessoas criam esteriótipos;
    ii) Com o esteriótipo formado, pessoas julgam previamente pessoas (preconceituam) com base nesses esteriótipos;
    ii) Com base no preconceito, tomam atitudes discriminatórias.

    No entanto, acredito também que:
    a) esteriótipos são estatisticamente inválidos, pois não consideram todo o universo, mas sim uma amostra que, por vezes, é pequena demais para ser representativa;
    b) nem todo preconceito é danoso para outrem. Como exemplo costumeiro meu, costumo falar da sedução: vivemos formando preconceitos sobre as pessoas antes de começar uma conversa amistosa para tentar uma aproximação amorosa.

    Sobre o título do post: sim, eu sou preconceituoso, mas não discrimino pessoas com base nos meus preconceitos!

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