“Ele pode não te bater, mas…” Campanha alerta para outros tipos de violência


Por: Psicóloga Ane Caroline Janiro

Não é apenas a violência física que caracteriza um relacionamento abusivo, há outras formas de agressão praticadas muito mais do que se imagina, como é o caso da violência psicológica, por exemplo. É exatamente o que essa campanha pretende debater.

A ideia veio da escritora americana Zahira Kelly que começou a expor relatos de casos de agressões emocionais e psicológicas sofridas por mulheres e, no Brasil, a campanha veio com a hashtag #ElePodeNãoteBater onde também foram descritos muitas situações de abuso.

O assunto é muito sério e as mulheres precisam ter consciência que situações consideradas comuns e que ocorrem com frequência podem se agravar cada vez mais e, além da violação emocional, pode se tornar também violência física.

Exemplos de violência psicológica são: insultos contra a aparência, críticas constantes às capacidades e aos esforços, humilhações, ameaças, ciúmes excessivos, gritos, xingamentos, entre outros.

É importante também que as mulheres se reconheçam em situações de relacionamentos abusivos e saibam buscar ajuda, saibam que elas merecem apoio e que essa forma de se relacionar é totalmente tóxica. No Twitter, digitando a hashtag da campanha (#ElePodeNãoTeBater), você pode ver os relatos.

Se você vive em uma relação assim, busque ajuda! Uma conversa com um(a) psicólogo(a), por exemplo, pode ser o primeiro passo para te ajudar a sair desta situação.

Para denunciar casos de violência, disque 180. A ligação é gratuita e anônima.

Fonte: BrasilPost
Imagem: Link  



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Sobre a autora:

Ane Caroline Janiro – Psicóloga clínica, idealizadora e editora do Psicologia Acessível.
CRP: 06/119556

Sobre o Psicologia Acessível (saiba mais aqui).

8 opiniões sobre ““Ele pode não te bater, mas…” Campanha alerta para outros tipos de violência”

  1. Esse título deve merecer destaque porque tenho certeza que a sociedade brasileira vai reconhecer a natureza feminina e a posição de mulheres, porque a lei nº 11.340 que se considera “Maria da Penha”, pelo que entendi, tem que explicar a respeito da cidadania de mulheres, de quem são os direitos mais respeitáveis. Além disso, exige de sociedade machista para respeitar as mulheres, porque estas são naturalmente e psicologicamente frágeis. Existem as mulheres que sofrem de violências psicológicas, “como Exemplos de violência psicológica são: insultos contra a aparência, críticas constantes às capacidades e aos esforços, humilhações, ameaças, ciúmes excessivos, gritos, xingamentos, entre outros”. Portanto, as violências psicológicas, mais do que as físicas, são como alma ferida pela faca, cujo cume é mais bem fino. Concluindo-se que, se sofrer disso e estar reconhecidas em situações psicológicas, as mulheres precisam consultar com psicologas.

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