Penso demais, logo ‘quase’ existo.


Por: Psicóloga Ane Caroline Janiro

“E quantas vezes a gente deixa de aproveitar os bons momentos por causa dessa mania de pensar demais?” – autor desconhecido.

Sabe quando a gente pensa tanto que não consegue nem viver direito o presente e nem planejar o futuro? Nós passamos tempo demais fazendo isso e assim, quando estamos em um lugar, mas com a cabeça em outro, não estamos em nenhum dos dois na realidade. Desperdiçamos tudo o que temos: nosso “presente”. Às vezes a culpada disso é a tal da ansiedade; às vezes, a racionalização exagerada; às vezes, o medo; às vezes, as lembranças de outras experiências negativas. Tudo isso nos mantém presos em um “quase viver”, um estado morno de pertencer ao mundo que nos trava diante de boas oportunidades. Nós simplesmente as deixamos passar…

Tudo o que vivemos é parte de um aprendizado. Aprendizado esse que deve servir de guia para outras situações que iremos vivenciar em nossa vida. Mas se as vivências passadas apenas te causam “bloqueios” que te impedem de vivenciar outras experiências, há algo de errado aí e isso precisa ser corrigido.

Agora, se a questão é a ansiedade – precisamos falar sobre ela – que muitas pessoas sequer consideram como um problema, é hora de começar a olhar mais para dentro de si e seus sintomas emocionais. Todos nós temos certo grau de ansiedade, o que aliás, é muito bom (leia mais aqui), o problema é quando ela começa a prejudicar nossa qualidade de vida, fazendo com que deixemos de fazer certas coisas, de ter um cotidiano tranquilo, de nos arriscarmos em situações novas e necessárias. Esse é o “ponto de corte” para que você decida buscar ajuda: quando você começa a perder qualidade de vida. Isso é sinal de saúde mental em perigo.

Viver pela metade é algo que, com certeza você não merece. Nosso potencial não pode ser desperdiçado ao evitarmos o novo, ao evitarmos viver bem aquilo que temos a oportunidade, ao evitarmos superar as experiências negativas e seguir em frente.


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Sobre a autora:

Ane Caroline Janiro – Psicóloga clínica, Fundadora e Administradora do Psicologia Acessível.
CRP: 06/119556


*Ao reproduzir este conteúdo, não se esqueça de citar as fontes.


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