Novembro Azul: o preconceito custa caro à saúde dos homens.


Por: Psicóloga Ane Caroline Janiro 

A Campanha Novembro Azul chegou ao Brasil inspirada pela “Movember“, um movimento internacional dedicado à conscientização e arrecadação de fundos na luta contra o Câncer de Próstata.

Semelhante ao que acontece com a campanha Outubro Rosa, que busca alertar as mulheres para a prevenção do Câncer de Mama, o Novembro Azul também promove inúmeras ações através de instituições pelo país e hoje muitas delas aproveitam a campanha para falar sobre a saúde integral do homem.

Entretanto, ainda há um forte preconceito masculino quando o assunto é a busca pelos exames preventivos do câncer de próstata, o que dificulta o diálogo e faz com que muitos casos sejam descobertos já bem evoluídos.

Por isso é tão importante divulgarmos informações e quebrar alguns tabus. No imaginário dos homens, ainda existem muitos mitos acerca dos exames preventivos, reforçados muitas vezes pela cultura (familiares, círculo de amigos, piadas…) e que erroneamente mantém a ideia de que de alguma forma isso afetará sua masculinidade.

O preconceito é uma grande barreira e custa caro à saúde dos homens!

Veja abaixo o vídeo da Campanha Novembro Azul criado pelo Instituto Lado a Lado pela Vida:

A Sociedade Brasileira de Urulogia (SBU) recomenda que homens a partir dos 50 anos de idade procurem seu médico Urologista para a realização dos exames de prevenção. Porém, aqueles que já possuem casos na família ou são negros (grupo de maior risco de desenvolver a doença) devem procurar seu médico a partir dos 45, segundo a SBU. (fonte: Sociedade Brasileira de Urologia-SP)

Entretanto, apesar da faixa etária recomendada, o alerta é de que o homem deve ser incentivado desde criança a ter maior cuidado com a sua saúde como um todo. 

Especificamente sobre o Câncer de Próstata, é preciso que sejam feitos regularmente auto-exames e observados o surgimento de anormalidades (como caroços, variações repentinas de tamanho, dor). Ao menor sinal, é preciso procurar um médico urologista.

*Ao reproduzir este conteúdo, não se esqueça de citar as fontes.


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